Ao relento a velha jovem se encontrará aflita e surpresa com a resposta da carta enviada. Apreensiva, ansiosa e amando loucamente, a jovem se encontrava refém dela mesma, e com vontades e gritos entalados na garganta ela apenas seguirá pela estrada que dará a lugar algum. Ela não entende o que poderia fazer-la feliz, ela não entendia o que poderia faze-la sorrir novamente. As vezes a pobre menina apenas fingia que sorria, que não chorava e que amava um amor correspondido, respondia as suas próprias cartas como que fosse o outro. O amor dela não era saudável nem adorável..Era uma amor desses normais, no qual você chora e chora e chora e sorrir só por um eu te amo correspondido.
Paula Do Vale
Paula Do Vale