Um ser ao relento
lento e lendo as entrelinhas dele mesmo
no eco do oco músculo do coração
o não soa mais como um sim
e a mim, o sim soa como um pra sempre
e sendo assim, sempre levo você comigo..
te faço no meu abrigo canções de amor
assim, não mais, o talvez ...
e ao invez disso prefiro a eternidade
e na base da minha relação fica sempre você
o diálogo do não com o nunca mais, se faz com a expressão falha das folhas caindo
o meu céu se fechando e o teu se abrindo
e eu morrendo a cada segundo sem o nós.
Paula do vale