Me tens como um pedaço de carne. Um pedaço solto e morto, de tua própria carne. Não me tens, você sabe. Outrora tivera de mim o melhor que poderia ser. Tens de mim, um pedaço de minha própria carne, que eu insisto em dizer amor. O que seria ele, se não um pedaço de carne nosso, que sai de nós, para alimentar outros. Alimentar outros e nós desnutrir. Tens de mim um pedaço de carne, que acordamos ser amor. Agora, preciso ir, pois tenho uma conversa intelectual pós sexo, que alimenta esse pedaço de carne, que furtasse de mim. Nutre a minha desnutrição pós você.