quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Era só um conto
É na dificuldade que descobrimos o quão forte somos. Sempre ouvi isso, sempre ouvi isso e nunca achei tão clichê assim. Mas é. É uma verdade clichê, como todos os outros. Percebi que na dificuldade você percebe o que de fato import a vida. Você usa essa peneira interna pra filtrar quem apenas é enfeite afetivo, e quem está ao seu lado em todos os momentos, não só os de gozo. Depois de tanto tempo, volto a utilizar esse filtro natural interno. Filtrei. Na quase morte que vemos as pessoas que fazem diferença. Ver um ente em uma dessas coisas de vida ou morte é que percebemos de fato a importância de cada um. Por isso agora sempre digo, esteja bem, com que te faz bem. Mas não no momento de felicidade, isso é fácil. Esteja de verdade bem, com quem te faz bem enquanto você chora. Enquanto você precisa de um ombro. Uma voz amiga. Um simples vai ficar tudo bem, mesmo de longe. Usem sempre filtros internos, prometo que não irão se arrepender. E sempre depois de uma tormenta sempre existe um sol enradiante. Meu verdadeiro sol chama-se Sofia. Sofia chega trazendo luz, amor, paz e verdade, pro lado de cá. Ela chega pra brincar de colorir os nossos dias. Ela vem só pra dizer que: a gente faz besteiras, mas um sorriso inocente sempre salvará nossos dias, acalma nossos corações, nós faz esquecer de todas as recentes perdas. A minha menina chega pra dizer: tia, não liga pra João ou Maria, eu sou a sua nova personagem desses contos infantis. E ao pai, desejo paz. Paz de corpo e de alma.